Em Kampot havia pouco para ver a excepcao de um parque nacional que, segundo o Lonely Planet era: “absolutamente espectacular, nao se podia perder este Parque Natural que por pouco nao foi Patrimonio Mundial e que, no topo, tinha uma cidade francesa abandonada junto com vistas deslumbrantes”.
Promissing right? O que o Lonely Planet NAO DIZIA e que para chegar la se tem de passar pelo Inferno. E em que consiste esta passagem? Num trekking de 3 horas para subir (mais duas para descer) pela selva fora. Subi apoiada em raizes de arvores com proporcoes surreais, rastejei, andei de cocoras numa altura em que a Valerie, dado o seu metro e meio, se sentia no Ceu (e eu no Portugal dos Pequeninos). Tudo isto a velocidade da luz porque o nosso guia estava claramente sob o efeito de estupefacientes. Nem vou descrever o nosso aspecto no fim, deixo-vos so com isto: nojenta era piropo quando cheguei ao cimo. Mas nos que nao nos preocupassemos porque depois deste “passeio” teriamos uma carrinha a nossa espera para nos levar ate ao cimo de tudo. AHAHAHAHAH quando vi o meio de transporte nem quis acreditar. Ate ao dia de hoje acho que eles se enganaram e acharam que iam levar gado. Cereja? Banho de agua fria quando chegamos a casa. Sweet. Manha seguinte, ou seja, ontem de manha, partimos rumo a Kep com o Matteo. E quem e o Matteo perguntam voces. Um filosofo italiano que vive noutra, completamente despistado mas muito simpatico que conhecemos as 6.45 da manha e que as 7.20 decidiu que vinha connosco. Ate ja.
Primeiro obstaculo. Aqui cheirou-me logo a esturro.
ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!! Tamos aqui ao mm tempo???!!!!
ResponderExcluirOla!!!
ResponderExcluirolaaaaaaaa!!! cmek se fala no chat d gmail??!!!!
ResponderExcluirTas perdoada!!!! Nao sabia que vinham ai mais posts!!!!
VIVA TU!!!!!!!!